Neste mês, a Coordenadoria de Cultura, representada por Doraliza Rolla e Jackeline Albeny, dedicou-se à investigação e visitação de tecnologias de preservação do patrimônio e da memória. A iniciativa foi proposta pelo Assessor e Consultor Gilberto da Mata, e contou com grande apoio e participação do setor.
Para este propósito, técnicos administrativos da Coordenadoria realizaram uma visita técnica a importantes centros de preservação e museus da capital mineira, incluindo o Museu Mineiro, o Museu do Ofício, o Museu Abílio Diniz e o Palácio das Artes, além de exposições temáticas.
No Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB), a restrição ao uso de flash em fotografias é mantida, seguindo a prática comum em instituições museológicas. Embora a divulgação de fotos de monumentos e exposições internas seja restrita, notamos um grande esforço do MHAB em resgatar a história de Belo Horizonte por meio do audiovisual.
Esse material abrange diversos temas importantes, como o homem no campo, os ofícios, instrumentos domésticos, modais de transporte, fauna e flora, além das personalidades que fizeram parte desse processo.
Para auxiliar didaticamente na compreensão da história, o Museu utiliza a construção de maquetes, além de sinalizadores e totens que facilitam e guiam a visitação.
O Museu de Artes e Ofícios (MAO) nos impressionou pelo tamanho e diversidade de seu acervo, bem como por sua infraestrutura e amplitude do espaço cultural. O local oferece um amplo suporte durante toda a visitação.
Na entrada, é realizado um credenciamento e notamos a presença de segurança e monitores ao longo de todo o percurso. É importante destacar que o museu não impõe limitações para a divulgação de fotos do espaço interno. Este fator contribui significativamente, permitindo-nos estimular a visitação presencial ao local por meio da fruição do acervo nos meios digitais. As fotografias que trazemos são apenas uma amostra do vasto acervo do museu.
Entre os destaques observados, estão o resgate da cultura indígena e tropeira, além dos modais de transporte (aquaviário, ferroviário e rodoviário). Durante a visita, também é possível conhecer as diferentes fontes de energia e desfrutar dos espaços de interação.
A exposição temática presente no segundo andar confere dinamismo e diversidade ao acervo, motivando inclusive novas visitas para acompanhar as novidades.
No Museu Mineiro, notamos um vasto acervo religioso, com especial destaque para a coleção de Mestre Ataíde, que foi doada pelo nosso Município à instituição. As peças originais encontram-se expostas logo na entrada do museu, o que demonstra a importância da coleção e a contribuição do Município para a preservação da história de Minas Gerais.
A visita técnica foi importante tanto para a atualização em tecnologias de preservação de acervo, quanto para a ampliação do know-how (conhecimento técnico) visando o planejamento de novos projetos no Município.